08 fevereiro, 2015

#LivroPreferido: Resenha de Pó de Lua, de Clarice Freire


Para diminuir a gravidade das coisas. É isso que a contra capa dizia. E como eu me encontro num momento onde tudo que sinto por menor que seja se torna grave, é o livro perfeito, sabe porque?
Quem acompanha meu blog sabe que perdi minha avó há pouco tempo, quem ainda não acompanha, pode ler (Aqui, aqui e aqui) as matérias dedicadas a ela. E lidar com a morte é algo sobre-humano. Qualquer tipo de perda nos deixa com o emocional abalado de uma forma que parece jamais ser reconstruída. Mas a morte é devastadora. Ela abala o emocional, o físico, o ambiente ao seu redor, enfim, abala tudo. Ela torna o mundo cinzento. É um tipo de perda diferente.
Todas as outras perdas que você tem ao decorrer da vida são perdas platônicas: você perde um emprego, mas logo arruma outro, perde um namorado, mas se apaixona novamente. Perde algum dinheiro ou objeto, mas tem a possibilidade de reconstrução e recuperação. São perdas substituíveis. A morte é a única perda real. Você não consegue repor uma pessoa que se foi, não consegue tocar, sentir ou cheirá-la. De todas as perdas que tive, perder minha avó me provou que na verdade eu nunca perdi nada.
  • O livro se divide em quatro fases da Lua: Minguante, Nova, Cresceste e Cheia.



Me identifiquei de cara com a Lua Minguante, pois eu já fui inteira e radiante também. E hoje passeio bem pelos vazios.


Todo o contexto do livro serve de exemplo para quem quer superar alguma coisa. Eu achei extremamente válido no meu caso. Tenho certeza que alguma fase da lua vai ser a sua fase também.


Clarice usa muito bem as palavras. Essas são minhas citações preferidas. Eu recomendo que comprem o livro que está a venda em diversos sites, mas eu amo o Saraiva. (COMPRE AQUI).

A Autora

eu divando no site hahaha :)
Beijos da Rainha ;*


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